SEXTO DIA - Parte V - TORRE EIFFEL - PARIS (VII)
Maravilha chegar na Torre Eiffel! A fila na bilheteria para adquirir o ingresso e subir de elevador na Torre estava, por milagre, bem curta. Foi rápido.
Vista de baixo, a colossal armação de ferro é um desafio.
A Dama de Ferro me aguardava. Subi no elevador espiando suas treliças de ferro justapostas e rígidas.
É de tirar o folego, a visão que se tem de Paris desde o segundo andar.
A Torre Eiffel foi construída por Gustave Eiffel para a Exibição Universal de 1889, em Paris, realizada na data do centenário da Revolução Francesa. Uma estrutura revolucionária para a época. Ainda hoje, é um dos principais símbolos de Paris e da França.
A Torre levou dois anos para ser concluída e foi inaugurada pelo Príncipe de Gales que, posteriormente, tornou-se o Rei Eduardo VII do Reino Unido.
Até a época da construção da Torre Eiffel, a edificação mais alta erguida por seres humanos era a Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, com 138 metros de altura e quase cinco mil anos de idade. A Torre Eiffel permaneceu como a construção mais alta do mundo até 1930.
A Torre tem 300 metros de altura. Somando-se a extensão da antena, a altura total da Torre é de 320,75 metros. Seu peso total é de sete mil toneladas, incluindo 40 toneladas de tinta. Possui 15 mil peças de aço e 1652 degraus até o topo. Felizmente, um sistema de elevadores também foi instalado.
A Torre possui três plataformas. Do topo, o ponto mais alto de Paris, tem-se uma vista panorâmica da cidade. De tirar o fôlego quando existem poucas nuvens.
Foram momentos inesquecíveis com fotos excelentes de todos os ângulos possíveis. Ulálálálálálá!
A DAMA DE FERRO e eu! Ambas forjadas a ferro e fogo!
De volta ao Metrô rumo ao hotel. O cansaço era imenso, mas a satisfação por ter tido a oportunidade de conhecer tantos lugares de Paris, num só dia, (graças à disponibilidade, ajuda e atenção do guia acompanhante, César Perrone) era bem maior. Consegui concretizar muitos desejos acalentados desde a juventude. E, pensando bem, estou sentindo-me muito jovem. Radiante, em tons de azul assim como os vidros da estação de metrô que estavam reluzindo ao entardecer.
Busquei um lanche no MacDonald`s e me recolhi. Sem antes, é claro, cumprir com o ritual* de toda noite.
Quando deitei a cabeça no travesseiro, apaguei.
Amanhã cruzaremos o Canal da Mancha!
Quando deitei a cabeça no travesseiro, apaguei.
Amanhã cruzaremos o Canal da Mancha!














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