OITAVO DIA - Parte II - LONDRES (III)
O ônibus deixou-nos na Trafalgar Square, principal praça de Londres. O nome vem da batalha de Trafalgar, na qual os britânicos derrotaram as forças de Napoleão. Em destaque na Trafalgar Square, está o monumento dedicado ao Almirante Nelson, que liderou a Marinha Real na costa de Cádiz, Espanha. Trata-se da Nelson’s Column (Coluna de Nelson), protegida por quatro leões de bronze a seus pés.
Dois anos depois da conclusão do monumento, foram acrescentadas duas fontes à praça.
Em 2013, uma escultura de um galo azul passou a compor o cenário. O imenso galo azul, com 4,72 m de altura, obra da artista alemã Katharina Fritsch, está causando polêmica. A questão é que o galo é símbolo da França, justamente o país derrotado pelo Almirante Nelson na batalha de Trafalgar.
No lado norte da Praça está o prédio em estilo neoclássico da Galeria Nacional, construída entre 1834 3 1838, com vista para Trafalgar Square a partir de sua posição elevada e que abriga uma das maiores coleções de pinturas do mundo.
Deparei-me com outra cabine telefônica e, sem titubear, posei para mais fotos!
Almocei num restaurante no entorno da praça e, seguindo as orientações do César para dirigir-me até o London Eye de forma segura, peguei um táxi, que me levou ao destino. Andar de táxi em Londres foi uma aventura emocionante. Passei por inúmeros prédios históricos e não sabia para que lado olhar.
Com meu ingresso, antecipadamente comprado no Brasil, encarei uma fila mínima e, em instantes, estava eu dentro de uma das cápsulas do imenso aro (altura de 135 metros), que mais parece uma roda gigante. London Eye é imperdível. Foi construído como parte das celebrações do milênio de Londres e se localiza nos Jardins do Jubileu.
A roda gira lenta o suficiente para as pessoas embarcarem, enquanto está em movimento. Uma volta completa demora cerca de 30 minutos. Graças à construção das cápsulas de vidro sobre o lado exterior do aro os passageiros tem uma excelente vista de 360 graus.
Prédios e monumentos foram se descortinado frente ao meu olhar atento nas margens e para além do rio Tâmisa: o Parlamento, o Memorial da Real Força Aérea, a White Hall Court, a Catedral de São Paulo, o edifício Shard London Bridge e o “Walkie-Talkie”, a Hangerford Bridge e a Estação Charing Cross, o Her Majesty`s Treasury, o Palácio de Buckingham, a ponte de Waterloo, o Somerset House, a ponte Westminster e a ponte Lambeth, o Westminster Park Plaza, o Central St. Giles Court ( um conjunto de prédios coloridos localizados em Camden. O Country Hall, a torre Gherkin ( sede do Banco Safra). Foi possível ver até uma distância de 40 km pela luminosidade da tarde.
Fotografei tudo o que pude. Andei em volta de toda a cápsula, deslumbrada! No meio do espaço tem bancos para sentar, mas a vontade de não deixar passar detalhe algum me ocupou todo o percurso. Sentar? Nem pensar!
Na tarde linda de sol, resolvi tomar um café, sentada numa das mesinhas ao ar livre antes de pegar o táxi para voltar ao hotel. Saboreei a bebida, sorvendo as alegrias que o dia me proporcionara. Muitas emoções!
A viagem de táxi até o hotel foi longa, mas prazerosa. Pude ver muito de Londres, ainda.
No hotel, jantei e subi para cumprir com meu ritual* e tratar de descansar.
Até a próxima viagem, Londres! Estarei partindo, mas um dia voltarei para te rever.
Amanhã cruzarei o Canal da Mancha pelo Eurotunnel até Calais. De lá irei conhecer Brugge na Bélgica. Animação é o que sobra!
















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