DÉCIMO QUINTO DIA - Parte II - FLORENÇA II
Chegamos à Piazza di Santa Croce, que é uma das praças maiores e mais famosas do centro de Florença.
A praça deve o seu nome à basílica dedicada à Santa Cruz em memória dos estigmas de São Francisco.

À direita da Basílica, precedido por um claustro do século XIV, está o Pazzi Chapel, uma joia da arquitetura renascentista por Brunelleschi.
A praça é cercada por edifícios importantes, que no lado sul, se caracterizam por salientes topos suportados por suporte extrudado.
Entre os mais originais situam-se o palácio Cocchi-Serristori, em frente à basílica, e o resultado de várias revisões ao longo dos séculos. Algumas fontes consideram o trabalho de Giuliano da Sangallo, arquiteto de confiança de Lorenzo, o Magnífico. Ele abriga uma capela decorada com pinturas e estuque e, na escada, alguns afrescos finos do século XVIII.
No lado sul, os destaques quadrados do Palazzo dell'Antella, o resultado de extensões repetidas sucederam-se ao longo do tempo, que foram unificados em mais uma estrutura de compartimento adjacente. A fachada vibrante apresenta inúmeras pinturas divididas em vários painéis com desenhos de figuras alegóricas, elementos de plantas, flores e arabescos que emolduram o busto de Cosimo II de Medici. De particular interesse, no quarto do painel esquerdo, a cópia DELL’AMORINO dormente de Caravaggio. Observa-se também a perspectiva do jogo de ilusão de maior magnitude, criado a partir das janelas.






A praça deve o seu nome à basílica dedicada à Santa Cruz em memória dos estigmas de São Francisco.

À direita da Basílica, precedido por um claustro do século XIV, está o Pazzi Chapel, uma joia da arquitetura renascentista por Brunelleschi.
A praça é cercada por edifícios importantes, que no lado sul, se caracterizam por salientes topos suportados por suporte extrudado.
Entre os mais originais situam-se o palácio Cocchi-Serristori, em frente à basílica, e o resultado de várias revisões ao longo dos séculos. Algumas fontes consideram o trabalho de Giuliano da Sangallo, arquiteto de confiança de Lorenzo, o Magnífico. Ele abriga uma capela decorada com pinturas e estuque e, na escada, alguns afrescos finos do século XVIII.
No lado sul, os destaques quadrados do Palazzo dell'Antella, o resultado de extensões repetidas sucederam-se ao longo do tempo, que foram unificados em mais uma estrutura de compartimento adjacente. A fachada vibrante apresenta inúmeras pinturas divididas em vários painéis com desenhos de figuras alegóricas, elementos de plantas, flores e arabescos que emolduram o busto de Cosimo II de Medici. De particular interesse, no quarto do painel esquerdo, a cópia DELL’AMORINO dormente de Caravaggio. Observa-se também a perspectiva do jogo de ilusão de maior magnitude, criado a partir das janelas.

Em frente à igreja, à esquerda há um monumento dedicado a Dante Alighieri, estátua de mármore feita por EnricoPazzi, construído em 1865, por ocasião das celebrações do quinto centenário de Dante. Na frente do Cocchi-Serristori Palace, nos anos 10 do século XIX, foi colocada a fonte de Giuseppe Manetti, um remake do período barroco.
A praça é muito grande e regular, uma vez que a forma no Renascimento era o lugar perfeito para as competições populares, como o futebol, que ainda é realizado nesta praça, bem como para vários eventos especiais, festas, shows, concertos e mercados.
A praça é decorada com inúmeros bancos dispostos geometricamente, a partir do qual se pode admirar o encanto da bela S. Croce de Florença.
A Basílica de Santa Croce, a maior igreja franciscana do mundo, concluída em 1294, tem vista para a praça.
Ainda que essa basílica traga em seu interior afrescos de pintores consagrados como Giotto e Taddeo Gaddi e um museu (da Opera di Santa Croce), suas atrações mais curiosas – e imperdíveis – são as tumbas, decoradas por artistas como Donatello. Elas são a moradia dos restos mortais de cerca de 270 importantes moradores da cidade, entre eles Maquiavel, Galilei e, como não poderia deixar de ser, Michelangelo.
Foram os franciscanos que ali colocada a primeira pedra graças ao financiamento das famílias mais importantes do bairro.
Por esta razão, também é conhecida como o Templo das glórias italianas (templo de Glories italiano).

Comprei um livro sobre a Basílica.
Ficou combinado que nosso ponto de encontro seria nessa Praça, após o almoço.Saímos num grupo de quatro pessoas para escolher um restaurante. Nesse intento, passamos por uma rua muito estreita, Borgo di Greci, com muitas lojinhas de souvenirs. Uma delas me chamou a atenção porque na entrada havia um boneco Pinóquio de madeira em tamanho grande, sentado num banco. Claro que posei ao lado dele para uma foto. Memorável.
Carlo Collodi era o pseudônimo para Carlo Lorenzini, escolhido em homenagem à cidade de origem de sua mãe. A infância de Collodi foi transcorrida no Palácio dos Marchesi Ginori, para quem seu pai trabalhava como cozinheiro e sua mãe como doméstica. Sua carreira como escritor se deu início quando ainda jovem foi trabalhar em uma livraria de Firenze.
A inspiração do nome Pinocchio veio provavelmente do nome de uma fonte da cidade de Colle di Val d'Elsa, onde Collodi viveu por 5 anos em um seminário para tornar-se padre.
Quando o livro foi lançado em 1883, não foi muito bem recebido pela crítica que chegou a desaconselhar a leitura para os "meninos de boa família", justificando que poderia ser uma perigosa fonte de inspiração. Tentaram até mesmo tirar o livro de circulação. Por sorte, e evidentemente, a tentativa foi um fracasso e hoje “As Aventuras de Pinocchio" é a obra literária italiana mais traduzida e vendida da história.
Do seu lançamento até hoje, Pinocchio já teve inúmeras interpretações no cinema, televisão, teatro, musical, história em quadrinhos entre outras formas de arte. A mais famosa delas é sem dúvida a versão de Walt Disney.
Escolhemos um simpático restaurante numa das esquinas dessa rua.
Comida deliciosa, refeitas as energias, voltamos ao ponto de encontro, sempre com câmeras digitais, registrando as maravilhas ao nosso redor.




Na Praça Santa Croce, eu sentei num dos bancos para admirar o entorno, enquanto esperava que todos os companheiros de viagem tivessem chegado. Muitas pessoas, residentes e turistas, aproveitavam aquele início de tarde para descansar, inseridos num cenário de filme.
A guia local chegou e todos juntos a seguimos, passando pela rua Borgo di Greci novamente.
A guia local chegou e todos juntos a seguimos, passando pela rua Borgo di Greci novamente.



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