quinta-feira, 19 de maio de 2016

New York City (VII) - EUA


NEW YORK (VII)

Depois de jantarmos, o programa previa a ida ao Empire State Building. Nem preciso lembrar que a noite o frio estava com temperatura abaixo de zero. E põe abaixo de zero nisso.

Coragem não nos faltou para subirmos. Elevadores mais velozes do que o pensamento, nos conduziram até o 86º andar, onde está o Observatório. A sensação térmica era congelante, mas nem pensar em ficarmos protegidos por trás das vidraças. Pusemos a cara ao relento com coragem e o frio ficou relegado à coisa de somenos importância.


Nova Iorque com suas luzes enfeitava o cenário de 360 graus. Indescritível. As palavras fogem porque ficam escassas para traduzir a beleza do que a visão alcançou. O prédio, construído em arte decô, célebre cenário de um memorável filme e o mais alto da cidade, retrata o grande estilo de Nova Iorque.


E, ainda, para culminar a travessia, subimos ao 102º andar num elevador monitorado por um simpaticíssimo e agradável ascensorista (que me pareceu estar lá desde a inauguração porque era antigo como o tempo).




Só suspirávamos do alto da majestade do Empire State. Exclamações de surpresa e fascínio e mais uma centena de fotos para registrar, ou tentar documentar o que os olhos vislumbraram.







Na saída do deck superior encontramos a loja de lembranças do prédio famoso.




Comprei uma bola de vidro musical com flocos de neve sobre a réplica do Empire State Building. NEW YORK, NEW YORK!



A caminhada de retorno ao hotel foi silenciosa. Estávamos sorvendo, como um vinho doce, lentamente as experiências do dia. 

Na verdade, absorvíamos as horas e as púnhamos em arquivos da memória num deleite de fim de festa, quando a festa foi um sucesso.

Ao estilo de Nova Iorque. 

E, como cantou Frank Sinatra, “quero acordar nessa cidade que nunca dorme...”.













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