quarta-feira, 18 de maio de 2016

New York City - EUA



NEW YORK (I)

Sobrevoando a cidade, antes da aterrissagem no imenso aeroporto, foi possível ver o colorido da metrópole encantadora às margens do rio Hudson. E eu tive a nítida impressão de ouvir Frank Sinatra cantando ao meu ouvido:- “I wanna be a part of it/ New York, New York”... (Eu quero ser parte disso, Nova York, Nova York)

Afora o trânsito congestionado e a longa distância entre o aeroporto e o hotel na Avenida das Américas, tudo o mais era a agradável descoberta de uma silhueta só vista em filmes. Naqueles momentos, através da janela do táxi, eu me encontrava com um dos meus sonhos. Estava descortinando todos os detalhes dos prédios, das casas, das árvores desfolhadas, do jeito nova-iorquino de dirigir entre buzinas, manobras rápidas e freadas.

No trajeto, o sol estava se pondo no horizonte, dando um tom dourado à paisagem. E, de repente, estávamos em Manhattan com suas luzes se acendendo, enquanto a noite chegava.

No dia seguinte, o ar estava congelante, mas mesmo assim, saímos do hotel para perambular.


Bem próximo estávamos do Museu de Arte Moderna de New York (MoMA). Uma passada pelas galerias da entrada e seguimos caminho.


Depois de três quarteirões, caminhando pela Madison Avenida, entre as ruas 50 e 51, em frente ao Rockefeller Center, chegamos à Catedral de Saint Patrick, que é a igreja mais famosa e uma das mais visitadas em Nova York, graças a sua localização, arquitetura, beleza e charme turístico.


Para mim, a visita tinha um toque mais do que especial. A emoção de entrar no templo, onde em várias passagens de Ano Novo, meu pai assistiu a missas e rezou por mim, foi visível através das mansas lágrimas. Ajoelhada, agradeci a chance daquela proximidade com o Amor que vence tempo e distância.


Falando em tempo, tínhamos que aproveitar cada minuto e nos pusemos rapidamente no rumo da próxima parada: o Central Park. 









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