PRIMEIRO DIA - Parte II_MADRI
Na Praça de Netuno se encontra uma bela fonte junto ao monumento em homenagem ao deus das águas.
A Praça de Neptuno ocupa um lugar central no Passeio de El Prado e nela estão o Hotel Palace e o Hotel Ritz, dois dos hotéis com mais história de Madrid.
A autoria da escultura não é muito clara, já que foi encomendada a Juan Pascual de Mena, escultor que morreu antes de a terminar; no entanto, existem documentos que asseguram que a obra foi continuada pelo seu discípulo José Arias. Quanto ao conjunto monumental, sobre uma base rochosa emerge a carruagem em forma de concha, puxada por dois hipocampos, símbolos das tormentas e do mar agitado. A obra representa o deus do mar, com o seu tridente, sobre uma carruagem em forma de concha puxada por dois cavalos marinhos.
Seguindo a caminhada, na CALLE DEL DUQUE DE MEDINACELI passamos na frente da Câmara dos Deputados.
A preciosa tarde continuou me encantando, principalmente, pelo passeio por entre as ruas estreitas e típicas da capital espanhola. Casario fascinante de uma arquitetura que lembra a de Buenos Aires.
Chegamos à Praça de Santa Ana e ao Teatro Espanhol.
Testemunho da história de Madrid, o Teatro Espanhol era originalmente um recinto medieval onde se realizavam pequenos espetáculos e onde se estreavam as peças dos que mais tarde viriam a ser grandes clássicos da nossa literatura. Neste mesmo solar, que hoje em dia se situa no Bairro de Las Letras, o Teatro Espanhol já realizava atuações desde meados do século XVI.
Desde então e após ter sofrido várias transformações, em 1802 um grande incêndio deixou apenas a fachada de pé. Foi decidida a sua reconstrução, encomendada a Juan de Villanueva. Durante a ditadura de Primo de Rivera, Pablo Aranda melhorou consideravelmente os mármores e modernizou o equipamento técnico do teatro.
Em 1933, com a Segunda República, o Teatro Espanhol foi convertido em Teatro Nacional, dentro de um amplo programa de reformas socioculturais. A chegada da democracia coincidiu com um novo incêndio no teatro. Uma vez mais recuperado, em 1980 voltou às mãos da Câmara Municipal de Madrid, o seu histórico proprietário. Foi então incorporado à fábrica originária, o edifício vizinho – atualmente um terço da superfície total do teatro – cuja utilização tem muitas e diversas finalidades. A última grande reforma do Teatro Espanhol – a número 14 – data de 1995.
Mais fotos, inclusive com a estátua de Frederico Garcia Lorca. Praça rodeada por prédios belíssimos, como o do famoso Hotel Regina Victória.
Praça de Santa Ana
Teatro Espanhol
Hotel Regina Victória
Numa das ruas transversais há uma casa onde se apresentam os célebres bailarinos da dança típica Flamenco.
Aproveitei para adquirir alguns souvenirs de Madrid.O grupo estava apreciando muito o passeio e eu, mais ainda.
Saindo da Praça de Santa Ana seguimos por mais algumas quadras até a Plaza Mayor.
A Plaza Mayor é a principal praça da cidade de Madri e um dos melhores lugares para se aproveitar as horas admirando e reconhecendo a cidade madrilena. O surgimento e a construção fazem parte da história local, cujos reis da dinastia Habsburgo (Filipe II e Filipe III) ordenaram o planejamento do espaço.
Foi no início do século XV que a ideia da Plaza Mayor surgiu, quando as rotas comerciais que ligavam as cidades vizinhas à Madri criaram um pequeno comércio na região central da cidade. Inicialmente, vários nomes foram dados à praça, que serviu de palco para inquisições, festivais, torneios, competições, casamentos e até mesmo execuções.
A praça tem formato retangular e está rodeada por edifícios de no máximo três andares. Essa determinação vale desde a última reforma realizada, em 1854, após três incêndios. Em 1848, foi colocada uma estátua do rei Filipe III montado sobre um cavalo para homenageá-lo, assim como também foram erguidos jardins, que foram retirados posteriormente.
A Plaza Mayor está localizada no centro da cidade de Madri, na Espanha. Ao redor estão outros famosos pontos turísticos madrilenos como a Porta do Sol e Plaza de la Villa. A praça possui 120 metros de largura por 90 metros de comprimento. São quase 300 varandas distribuídas nos prédios que circundam a praça, protegida por pórticos de entrada.
A Plaza Mayor é a principal praça da cidade de Madri e um dos melhores lugares para se aproveitar as horas admirando e reconhecendo a cidade madrilena. O surgimento e a construção fazem parte da história local, cujos reis da dinastia Habsburgo (Filipe II e Filipe III) ordenaram o planejamento do espaço.
Foi no início do século XV que a ideia da Plaza Mayor surgiu, quando as rotas comerciais que ligavam as cidades vizinhas à Madri criaram um pequeno comércio na região central da cidade. Inicialmente, vários nomes foram dados à praça, que serviu de palco para inquisições, festivais, torneios, competições, casamentos e até mesmo execuções.
A praça tem formato retangular e está rodeada por edifícios de no máximo três andares. Essa determinação vale desde a última reforma realizada, em 1854, após três incêndios. Em 1848, foi colocada uma estátua do rei Filipe III montado sobre um cavalo para homenageá-lo, assim como também foram erguidos jardins, que foram retirados posteriormente.
A Plaza Mayor está localizada no centro da cidade de Madri, na Espanha. Ao redor estão outros famosos pontos turísticos madrilenos como a Porta do Sol e Plaza de la Villa. A praça possui 120 metros de largura por 90 metros de comprimento. São quase 300 varandas distribuídas nos prédios que circundam a praça, protegida por pórticos de entrada.
Ao centro do grande quadrilátero rodeado de edificações, tais como a CASA DE LA PANADERIA, se encontra a estátua de Felipe III.
Para chegar ao Mercado de San Miguel, cruzamos por sob o arco da Colegiata de San Isidro.
A Colegiada de San Isidro é uma igreja católica do século XVII, localizada no bairro de La Latina , que abriga os restos mortais do padroeiro da cidade e sua esposa. Foi Catedral Madrid até que a Catedral de Almudena foi consagrada em 1992 .
A Colegiada de San Isidro é uma igreja católica do século XVII, localizada no bairro de La Latina , que abriga os restos mortais do padroeiro da cidade e sua esposa. Foi Catedral Madrid até que a Catedral de Almudena foi consagrada em 1992 .
O Mercado de San Miguel é digno de registro e de visitação. Local que é um perfeito meeting point para os residentes e para os turistas, também. Ali, se pode desfrutar de iguarias típicas de todo gênero. É sem dúvida um prédio muito atraente e bonito. No teto, armações de ferro e vidro se intercalam numa justaposição perfeita. Gosto muito desses tetos dos antigos mercados, que já conheci.
Se o principal atrativo do mercado é a comida a arquitetura do prédio não fica de lado, já que é o único com esse tipo de estrutura na Europa que permaneceu como era antigamente, feita de ferro fundido.
O mercado começou com bancas ao ar livre em 1835, mas com o aumento da população e as exigências sanitárias teve que se adequar. A estrutura vista hoje foi construída em 1915, pelo arquiteto Alfonso Díez Bubé, que se inspirou em projetos de mercados franceses.Há poucos anos um grupo de investidores comprou o espaço que passou por uma reforma e agora abriga um mercado gourmet.
Cerca de 30 bancas de comida, aperitivos, flores, frutas, vinhos, queijos, doces e especiarias são igualmente saborosos para o paladar e para a visão. Tudo no local parece deliciosamente fresco e de qualidade, principalmente os famosos jamón (presunto).
Após essa breve parada no tour nos pusemos a caminho até a PORTA DO SOL. É nesse local que se encontra desde 1950, o quilômetro ZERO das estradas espanholas. O prédio da Casa Real dos Correios se defronta com uma grande fonte redonda ao lado da estátua de Carlos III.
Monumento à Carlos III
Acrobatas exibiam suas habilidades na Praça.
Dividimo-nos em grupos e voltamos ao hotel de táxi.
O entardecer por entre os prédios e as pessoas que voltavam para suas casas. Encantador final de tarde!
O entardecer por entre os prédios e as pessoas que voltavam para suas casas. Encantador final de tarde!
Decidi pedir uma refeição no serviço de quarto e jantei no apartamento.
Antes de deitar, processei todo o ritual que me acompanharia pelo resto da viagem; *carregar o celular, fazer o download das fotos para o laptop, limpar as memórias das câmeras digitais, carregar a bateria das câmeras, carregar a bateria do laptop, ativar o despertador do celular, abrir a mala, pegar o pijama, separar a roupa para o dia seguinte, agradecer a Deus e apagar a luz de cabeceira*. Tendo todo cuidado para não esquecer detalhe algum e agilizar a minha saída para o dia seguinte.


2 comentários:
Que Maravilha esse teu País das Maravilhas, Maria Alice. Viajei de novo lendo. Beijos, abraços e saudades.
Vaz
Que bom saber que estás apreciando!
Abração
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