terça-feira, 24 de maio de 2016

LONDRES (I), INGLATERRA_EUROPA

SÉTIMO DIA - Parte II - LONDRES I

Na chegada a Londres, víamos, através das janelas do ônibus, o casario no estilo inglês, bem diverso do que havíamos conhecido anteriormente.
Ao nos aproximarmos do centro de Londres, vimos alguns dos célebres ônibus vermelhos de dois andares. Muitas fotos, com certeza!
Nossa parada foi nas proximidades da Abadia de Westminster, que se localiza perto das Casas do Parlamento e é mais um local histórico do que um local religioso. Desde 1066 todas as coroações reais, com exceção de Edward V e Eduardo VIII, tiveram lugar nesta igreja. A abadia também serve como cemitério para inúmeros políticos, soberanos e artistas. A abadia é recheada com túmulos, estátuas e monumentos. No total, cerca de 3300 pessoas estão enterradas na igreja e nos claustros. Alguns dos mais famosos são Charles Darwin, Sir Isaac Newton e David Livingstone; na Torre do Big Ben: O relógio no interior da torre era o maior do mundo quando foi instalado no meio do século XIX. O nome Big Ben, na verdade, se refere ao sino das horas do relógio, o maior do pulso de disparo de cinco sinos. Vimos também o Palácio de Westminster.
Tirei fotos junto a estátua de Gandhi e de Nelson Mandela no jardim do Big Ben.

Depois da variedade de fotos, voltamos ao ponto de encontro. Aproveitei para fotografar a cabine telefônica peculiar de Londres.


No ônibus já nos aguardava a guia local que nos levaria ao Palácio de Buckingham, residência oficial da Rainha Elizabeth II.

O edifício original foi construído como country house em 1705 pelo duque de Buckingham, John Sheffield. O Rei George III comprou a casa em 1761 para sua esposa.

Em 1826, o rei George IV pediu ao famoso arquiteto John Nash para expandir a casa - então conhecida como Casa de Buckingham - em um palácio. Enquanto isso o Palácio St. James ainda era o palácio principal usado pela realeza para cerimônias e recepções. Rei George IV, bem como seu irmão mais novo e sucessor King William IV ambos morreram antes do palácio estar concluído. A Rainha Victoria foi a primeira a residir no palácio. Em julho de 1837, três semanas depois de sua ascensão ao trono, ela mudou-se de Kesington Palace, onde ela cresceu, para o novo Buckingham Palace. O palácio foi ampliado em 1850 com uma nova ala leste. A ala adicionado um grande número de quartos para o palácio, incluindo uma expansão de 40 metros (131 pés) de comprimento de salão. A fachada monumental da ala leste foi construída em 1913 por Aston Webb. É essa fachada, de frente para o St. James Park, que agora é conhecida pela maioria das pessoas.

A Rainha acabara de chegar ao palácio e a sua bandeira tremulava hasteada no cimo do prédio.

Na frente do Palácio se encontra o Memorial da Rainha Victoria, desenhado por Sir Aston Webb e construído em 1911 em honra da Rainha que reinou por quase 64 anos.
O Palácio, seus portões e aberturas são magníficos. Os guardas fizeram a troca de turno e pude filmar toda a movimentação.
Nosso passeio continuou com um tour panorâmico pela cidade.


Paramos às margens do rio Tâmisa para fotos que, tiveram, como pano de fundo, a famosa London Bridge.

A guia nos lembrou da famosa canção “London Bridge is falling down, falling down, my fair lady”, que foi composta em 1744 e fazia alusão à deterioração da ponte naquela época.

De volta ao ônibus cruzamos a London Bridge. Que emoção!

Passamos no entorno da Torre de Londres onde estão guardadas as joias da Coroa Britânica. Talvez seja a construção britânica que abrigue o maior número de histórias. Fundada às margens do Rio Tâmisa para ser inicialmente uma fortificação e residência da monarquia, a Torre teve sua função alterada diversas vezes ao longo dos anos.
Atualmente, o lugar não apresenta apenas uma torre, mas 20 delas, erigidas ao longo de inúmeros reinados. Foi casa da Moeda, Mostra dos Animais do Reino e até uma prisão, local de execuções e tortura. Hoje é a casa das Joias da Coroa, Patrimônio Mundial da UNESCO.
Antigamente, seis corvos viviam no pátio da Torre de Londres. Acreditava-se que, se os corvos fossem mortos ou fugissem dali, Londres seria destruída. Até hoje, no mínimo seis espécimes vivem ali. Os corvos são tratados pessoalmente pelo Raven Master, cuja única função é lhes dar comida e proteção.
Quem a construiu foi William, o Conquistador, na década de 1080, com o intuito de espantar invasores e assombrar a população local para amealhar-lhes respeito e submissão. Na época, a Torre de Londres era o prédio mais alto da cidade. Serviu a todos os propósitos necessários durante sete séculos até se tornar obsoleta, por volta de 1830.
No século 13, o prédio tornou-se residência real, quando o Rei Henrique III construiu ali edifícios palacianos. No século 14, os edifícios foram destruídos, e a Torre deixou de ser uma residência real.
Já ouviu a frase “Send him to the Tower”? Antigamente, ela significava que o desafortunado seria encarcerado na Torre de Londres. Mas essa ordem não era dada a qualquer um. Apenas prisioneiros importantes passaram por aqui, e alguns deles foram executados, tais como Mary da Escócia e Ana Bolena.
 Vimos o prédio onde a Embaixada Brasileira tem sede. E, continuando, o passeio, passamos pelo Admiralty Arch e a fisionomia de construções históricas desfilava a nossa frente.
Finalizando nossa tarde, passamos pelo Green Park, um dos parques reais. Um extraordinário espaço verde, com árvores e grama, cercado por grades.
O Green Park é um dos Parques Reais de Londres. Cobrindo uma área de aproximadamente 53 acres, era originalmente um  cemitério, de terreno pantanoso, para os leprosos  do hospital em St. James, que ficava perto. Foi cercado no século XVI por Henrique VIII. Em 1668 CarlosII o tornou um parque real, abrindo-lhe as principais alamedas.
Encontra-se entre o Hyde Park e St. James`s Park. Junto com jardins de Kensington  e os jardins do Palácio de Buckingham , estes parques formam uma área verde quase ininterrupta que se estende de Whitehall e da Estação Victoria até Kensington e Notting Hill.
Contrastando com seus vizinhos, o Green Park não tem nenhum lago nem estátuas ou fontes(à exceção do Canadian Memnorial, de Pierre Granche), mas consiste inteiramente em prados arborizados.
Seguimos para o hotel, acompanhados por um belo por do sol no trajeto.
Holiday Inn London West – Room 510
Refiz meu ritual* de todas as noites, depois de jantar com alguns dos passageiros no restaurante do hotel.
A manhã seguinte traria a oportunidade de mais um dia de descobertas e encantamentos. Hoje a viagem me transportou por horizontes, paisagens e perspectivas incríveis, so far so good!

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