sábado, 28 de maio de 2016

COLÔNIA, ALEMANHA_EUROPA

DÉCIMO PRIMEIRO DIA - Parte I - COLÔNIA
Depois de um apetitoso café da manhã, deixamos o hotel de malas e cuia rumo à Alemanha. Na saída ainda tirei fotos da frente do hotel com a estação de trens.
 Malas no ônibus e câmeras na mão, acomodada e disposta lá estava eu ansiosa por conhecer Cologne.
Paisagens lindas vistas através da janela do ônibus até a parada técnico-hidráulica, sempre necessária.
Deixando a HOLANDA!
Chegada em Colônia, também chamada de Köln (alemão) ou Cologne (inglês), fundada pelos romanos, possui mais de dois mil anos de história. Conhecida por sua catedral gótica - a mais popular da Alemanha e uma das mais famosas da Europa - a cidade fica às margens do rio Reno e é uma das maiores da região de Nordrhein-Westphalen (Renânia do Norte-Vestefália) com um milhão de habitantes.Desembarcamos do ônibus na frente da Praça Kardinal Hoffner, onde se situa a Catedral de Colônia.
(Fotos tiradas do livro que adquiri sobre a Catedral)
(Catedral vista desde o Mercado Antigo em 1945)
Impossível chegar à frente da Catedral de Colônia e não se espantar com sua altura. Você vai olhando pra cima e seu pescoço vai dando torcicolo, porque parece que as extremidades de suas duas torres não terminam nunca!
Como a maioria das igrejas góticas, é imponente e majestosa. É conhecida como Kölner Dom, mas seu nome oficial é Igreja dos Santos Pedro e Maria – Hohe Domkirche St. Peter und Maria, em alemão. 
É o monumento mais visitado da Alemanha não só por sua imensa altura, mas também porque abriga as relíquias dos Três Reis Magos, levadas de Milão para Colônia pelo Imperador Barba Roxa. Hoje, a catedral é um famoso local de peregrinação e Patrimônio Mundial da UNESCO.
Sua construção iniciou em 1248 inspirando-se na arquitetura da catedral de Amiens, na França, sobretudo no que diz respeito à planta e estilo. Por falta de verbas, os trabalhos foram interrompidos em 1530 e, somente em 1842, com dinheiro da corte prussiana (Colônia pertencia a Prússia nesse período) e da população, deu-se continuidade com conclusão em 1880. Foi considerada a maior construção do mundo.
E o resultado final, foi, e é surpreendente, com suas torres de 157 metros de altura, é a segunda igreja mais alta da Alemanha, perdendo para a de Ulm (completada em 1890), e a terceira mais alta do mundo.
Notam-se andaimes em torno a ela. De fato, já após poucos anos do término de sua construção, percebeu-se que o arenito com que ela foi construída, era muito sensível às condições meteorológicas. A poluição, as chuvas e os excrementos dos pássaros, fazem com que, desde 1904, a “Dombauhütte” – a empresa de construção civil que no final de 1800 completou a construção da catedral – esteja constantemente fazendo-lhe trabalhos de restauração, especialmente do lado externo.
Até mesmo os 20 milhões de pessoas que a visitam a cada ano criam problemas – aumentam a umidade no interior da catedral – e, assim, contribuem, involuntariamente, o custo de manutenção que chega a cerca de 10 milhões de euros por ano. O interior da igreja, com planta em cruz latina, é composto por uma imponente nave central ladeada por dois corredores de cada lado. São deslumbrantes os 1350 metros quadrados de vitrais com representações de imagens, retratando as histórias do Velho Testamento. Destacam-se as cores branca, vermelha, azul e preta, respectivamente símbolos de pureza, amor, castidade e inocência, e punição eterna.
Na Catedral de Colônia há numerosas obras de arte, mas a mais importante é a Urna dos Três Reis Magos (situada atrás do altar mor), que segundo a tradição, abriga os ossos dos Reis Magos. A Urna mede 1,10 m e tem 2,20 m de comprimento, é uma obra-prima da ourivesaria medieval (remonta ao século XII). É o maior sarcófago da Europa e é inteiramente coberto com prata folheada e centenas de pedras preciosas.
As relíquias dos Três Reis Magos foram levadas de Milão à Colônia pelo imperador Barba Roxa. Na verdade, a atual Catedral de Colônia foi construída para guardar essas relíquias.
Visitei a Catedral extasiada com a magnitude e a beleza. Rezei e agradeci! Fotografei-a sob muitos ângulos interna e externamente.
Saí dali em estado de graça. Caminhei ao redor da Catedral, tentando guardar na memória cada detalhe. Fui até o Centro de Informações turísticas e encontrei um livreto sobre a Catedral e sua história. Comprei-o, é claro.
Continuei ao redor do entorno da Praça Roncalli, onde encontrei souvenirs numa lojinha pequena e cara. Mas não pude resistir.
Entrei na loja da Catedral e fiquei sem saber para onde olhar e o que comprar de tantas maravilhas. Mais lembranças para acrescentar à bagagem.
Os portais da Catedral foram detalhadamente esculpidos com muita arte. Fenomenais! QUE MOMENTOS!
Na frente da Catedral está o Portal de pedra da North Roman Gate, resquícios da antiga Colônia romana, datando de 50 a.C. Sentei numa das pedras junto a alguns turistas. E ali fiquei admirando tudo: as pessoas, os pássaros, e, principalmente, a Catedral imponente. 
Dali se via, também, a famosa estação de trens HAUPTBAHNHOF.
Na hora marcada fui para o ponto de encontro. Alguns dos companheiros de viagem encontraram malas a um preço bom e, como eu estava precisando, corri até a loja e comprei uma mala também.

No momento de entrarmos no ônibus, tivemos problemas para acomodar as malas no bagageiro. Porém, tudo foi solucionado e seguimos para Boppard.

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